071. Apressado, entro na casa lotérica. Sem tirar o fone no ouvido dou pausa na música que estou ouvindo e entrego a conta para a moça do primeiro guichê. Antes dela me dizer o valor a ser pago outra funcionária toca meu ombro e, no meio de gestos exagerados, grita: "VA-MOS LE-VAR UM BO-LÃO-ZI-NHO [faz um grande círculo com as mãos] AÍ, MO-ÇO? Esboço um sorriso e respondo quase sussurrando: "Hoje não, obrigado!"
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